A BAIXA ESCOLARIDADE COMO FATOR DE RISCO PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER

Karla Scalfoni Bassetti, Priscila De Deus Lemos, Afrânio Simões Peçanha, André Silveira Poubel, Carlito Lessa da Silva, Cláudio dos Santos Dias Cola, Júlio César dos Santos Boechat

Resumo


Embora existam diversos estudos científicos que buscam identificar a origem do mal de Alzheimer ou doença de Alzheimer (DA), nenhum estudo conclusivo ainda foi apresentado. Seja por descendência hereditária ou por fatores externos ambientais, o que se pode afirmar é que a DA se desenvolve em homens e mulheres, analfabetos e intelectuais e em todas as regiões do planeta. O presente trabalho tem como objetivo a análise e correlação da importância da manutenção de estímulos cognitivos ao cérebro, a fim de que se evite o envelhecimento doentio, que afeta diretamente na saúde mental das pessoas e os tornam propensos à demência ou mal de Alzheimer. Para isso foi realizado uma revisão literária, com intuito de fortalecer a hipótese levantada de que a baixa escolaridade ou ausência dos estímulos cognitivos ao cérebro, o afeta a ponto de ser um fator estimulador para o mal de Alzheimer.


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Direitos autorais 2019 Afrânio Simões Peçanha, André Silveira Poubel, Carlito Lessa da Silva, Cláudio dos Santos Dias Cola, Júlio César dos Santos Boechat, Karla Scalfoni Bassetti, Priscila De Deus Lemos

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